Como funciona a IA no posto de combustível, passo a passo
A implantação tem cinco etapas e não exige troca de sistema, de maquininha nem de adquirente. O primeiro agente costuma entrar em operação na primeira semana.
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- 1 · Diagnóstico com o dado do seu posto.
Antes de qualquer agente ser ligado, medimos onde o posto perde hoje: taxa de cartão cobrada a maior, margem perdida por reajuste tardio, quebra de tanque não apurada e diferença na última compra de combustível. O resultado é um número em reais por mês, tirado do sistema do próprio posto.
- 2 · Conexão ao sistema de gestão.
Os agentes se conectam ao ERP, à automação de pista, ao banco e às adquirentes que o posto já usa. Onde a integração é nativa, leva dias; em outros sistemas, é feita pelos pontos de integração disponíveis.
- 3 · Política de autonomia.
O dono define, área por área, até onde cada agente vai sozinho: o que observa, o que propõe, o que executa por ser reversível e o que exige teto e dupla assinatura. Essa política é assinada antes de qualquer agente entrar em operação.
- 4 · Primeiro agente em operação.
Normalmente o resumo diário ou a conciliação de cartões. Os demais entram um por vez, conforme o cadastro e as integrações ficam prontos.
- 5 · Medição contra a linha de base.
A cada mês o resultado é comparado ao diagnóstico do passo 1. É esse número que decide se novas áreas são ligadas.
O que atrasa uma implantação
Não é a tecnologia. É cadastro de produto duplicado, plano de contas incompleto, fornecedor sem classificação e conta sem centro de custo. Posto com dado organizado avança rápido; posto com cadastro bagunçado passa antes por uma etapa de limpeza, que não dá para pular. Os termos usados estão no glossário do posto.